Thursday, August 24, 2017

A Bíblia Sagrada e o Princípio da Criação - 2ª parte

A Criação

O fato que levou seis dias, isto é, seis períodos de milhões de anos de tempo para a criação do universo, implica que o tempo foi necessário para a criação de cada ser individual. O livro do Gênesis relata a contagem de cada dia desta forma: “E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.” (Gn 1:5) Um ser criado deve atravessar um período de crescimento, simbolizado pela noite, antes de alcançar a perfeição na manhã. Todos os seres alcançam a perfeição somente depois de passar por um período de crescimento. (Pág. 30)

Deus disse: “Façamos” no plural (Gn 1:26) Não significa que Deus estava se referindo a Si mesmo como Trindade, Ele estava falando com os anjos que havia sido criado antes dos seres humanos que estavam participando do processo da criação. Pág. 38

Paulo disse em Rm 1: 20: “os atributos invisíveis de Deus,... claramente se veem nas coisas que foram criadas.” O universo criado é uma manifestação substancial da natureza divina do Criador invisível.
 “E criou Deus o homem a sua imagem; homem e mulher os criou.” (Gn 1:27; I Co 11: 7 ) É natural deduzir que Deus existe baseado no relacionamento recíproco entre Suas características duais de masculinidade (yang) e feminidade (yin) Pág. 19

Jesus atingiu a unidade com Deus através de uma perfeita ação de dar e receber. Jesus veio com amor e sacrifício, inclusive ofereceu sua vida. (Jo 3: 16) Pág. 22

Os cristãos se esforcem de restaurar os relacionamentos horizontais de dar e receber entre as pessoas, centralizadas no amor de Cristo. Assim podemos restaurar nosso relacionamento vertical de dar e receber com Deus. (Mt 7: 1-2, 12; 10: 32, 41-42) Pág. 22

O fundamento de quatro posições é a raiz do número quatro. Ele é realizado por Deus, marido e esposa e filhos. É a finalidade eterna da Criação de Deus; a base fundamental para a vida de todos os seres, fornecendo todas as forças necessárias para a sua existência e permitindo a Deus habitar neles. (Gn 1: 28) Pág. 22 
 
Deus viu que a sua Criação era boa. (Gn 1: 4-31) Deus queria que Suas criações fossem parceiros-objetos que encarnassem o bem para que Ele pudesse sentir alegria. Pág. 26
Após sua Criação, Deus abençoou Adão e Eva: “Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai... sobre todo animal...” (Gn 1: 28) Estas são as três grandes bênçãos: frutificar (tornar-se maduro e pronto para dar frutos), multiplicar e ter domínio sobre a Criação. Se Adão e Eva tivessem obedecido ao mandamento, eles com seus descendentes teriam construído o Reino do Céu e cumpriu a finalidade pelo qual Deus criou o universo. Pág. 26

Tornar-se “santuário de Deus” (I Co 3:16) E “vós, em mim, e eu, em vós.” (Jo 14:20) É a realização da primeira bênção de Deus, o aperfeiçoamento do caráter individual. A mente e o corpo se unam através da ação de dar e receber, com Deus no seu centro, realizando a união com Deus, alcançando a natureza divina. Pág. 26

O mundo espiritual está na posição de parceiro-sujeito e o mundo físico na posição parceiro-objeto. (Hb 8: 5)
No monte da transfiguração os espíritos de Moisés e Elias apareceram diante de Jesus: “E eis que lhes apareceram Moíses e Elias, falando com ele.” (Mt 17: 3) – apesar que tinham morrido centenas de anos antes. Pág. 32

Ap. Paulo escreveu estamos esperando a “manifestação dos filhos de Deus” (Rm 8:19) e que “toda a Criação está com dores de parto” (Rm 8:22)
Devido à Queda humana, o universo perdeu seu dono, a ação de dar e receber entre os mundos físico e espiritual foi interrompida. Pág. 33

Jesus falou: “o que ligares na terra terá sido ligado nos céus,...” (Mt 16:19 e 18:18)
Jesus veio à Terra na carne para salvar a humanidade pecadora. Nós temos que levar uma vida de bem enquanto estivermos na Terra. Não é Deus que decide se o espírito de uma pessoa vai para o Céu ou para o inferno após a sua morte. Pág. 34

A Conclusão do Propósito da Criação de Deus
Se Adão e Eva tivessem atingido a perfeição, sendo incapazes de pecar, teriam gerado bons filhos e fundado uma família e uma sociedade sem pecado em completa concordância com as bênçãos de Deus. (Gn 1: 28) Eles teriam realizado o propósito da Criação de Deus que é também chamado o Reino do Céu na Terra. Pág. 48   

Fonte: Princípio Divino:

Tuesday, August 22, 2017

Bíblia Sagrada e Princípio Divino - 1ª parte

Introdução

Milhões de cristãos estão dependendo de uma interpretação correta da Bíblia para reconciliar e unificar todas as denominações que surgiram ao longo da historia do cristianismo, isto seria um primeiro passo e o próximo seria a harmonia com o judaísmo e em seguida tratar com o islamismo e as demais religiões para definir os valores morais e espirituais universais comuns afim de guiar toda a humanidade no Reino de Deus.   

Como já foi prometido pelo profeta Joel, no Antigo Testamento (Jl 2: 28-29) e pregado no discurso de Pedro no livro de Atos 2: 17, nos últimos dias, o Espírito Santo se manifestara através de profecias, visões, sonhos, prodígios, sinais e milagres. Com a plenitude do tempo, Jesus e Deus ungiram o reverendo Sun Myung Moon para revelar o Princípio Divino. Uma nova revelação, inspirada por Deus, que vem iluminar nossa época, elucidando e clarificando os mistérios difíceis e outros enigmas escondidos na Bíblia.
   
O Apóstolo Paulo escreveu: “Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento,... Miserável homem que eu sou!” (Rm 7: 22-24) ? Existe uma grande contradição em cada pessoa. A mente original e a mente má estão conflitando. (Pág. 11)


Jesus falou: “virá a hora, em que não vos falarei por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai”. (Jo 16:25); e porque o anjo falou: “Importa que profetizes outra vez a muitos povos e nações,...” (Ap 10:11) Jesus indicou que um dia, Deus revelará uma nova verdade, não numa linguagem codificada, em uma linguagem clara, com a plenitude do tempo, nos últimos dias, novas revelações de Deus chegarão para a humanidade. (Pág. 13,15)

Fonte:  Princípio Divino no link a seguir:



Sunday, April 9, 2017

What if Jesus Had Been Accepted as the Messiah?

What if Jesus Had Been Accepted as the Messiah?
Based on the article of HOWARD KAINZ 


Jesus was crying for the people of Jerusalem. He had come to save them, but most were not willing to be saved. Even though they had rejected him and his salvation, he had compassion on them.

Various Scriptural passages indicate that Jesus, before his trial and execution, had hoped for a very different outcome of his sojourn on earth:
“Jerusalem, Jerusalem, you who kill the prophets, and stone those sent to you, how many times I yearned to gather your children together, as a hen gathers her young under her wings, but you were unwilling!” (MT 23:37).
St. John Chrystostom paraphrases the Lord’s lament: “Even these murders of yours would not have alienated Me from you, but I would have taken you to Me, not once or twice, but many times.” This passage, and a passage from Luke, “If only you had known, in this day, the things that are to your peace; but now they are hidden from your eyes” (LK 19:42 ) – indicate that there was a “Plan A,” which turned out to be unworkable, because of contingencies, and due to the ignorance of the Jewish leaders (Act 7: 51-53) and now had to be replaced by “Plan B.”
Plan A, of course, would have involved acceptance by the Jews of Jesus’ messiahship. One can imagine this taking place, in spite of the distrust and rumblings of the powers-that-be in Jerusalem at that time.  Jesus had secret disciples like Nicodemus and Joseph of Arimathea, and no doubt a substantial minority of the scribes and Pharisees (probably including the Pharisees who warned Jesus about dangers from Herod (Lk. 13:33) or the ones mentioned in Acts 15:5 as converted after the Resurrection) were seriously considering the claims of this carpenter from Nazareth. It could have happened that one or more of these interested but timid persons may have “gone public” suggesting to their confreres that Jesus might be the Anointed One, and that the authorities should avoid moving precipitously to hostile measures.
Eventually a growing majority in the Sanhedrin, heartened by the fact that Jesus was incredibly meek like Moses, who was the “meekest man on earth” (Num. 12:3), and had promised not to abrogate the Mosaic law, but to fulfill it, might have been able to temper the opposition.  They might also have taken to heart his admonitions about misunderstanding the Sabbath, and about the subordination of cleansing rituals, etc. and became attentive to the more substantial elements of the law.
The prophecies of Isaiah 9, 11, 60 and the revelation of the angel Gabriel in Lk 1: 31-33 were for “Plan A” and 
Isaiah 53 for “Plan B” and other prophets indicating that the Messiah would be a “suffering servant” and spurned were not irrevocable.  
As in the case of the predictions of the prophet Jonah about the destruction of Nineveh, God is always hopeful that a change of heart will take place, so that impending punishments will be called off.  Free will, both for the individual and for peoples, is always of the essence. It was not fated that so many Jews should fail to recognize their Messiah.
So, what would have happened if Plan A were implemented, and Jesus was able to gather the children of Jerusalem “under his wings?” St. Cyril of Alexandria interprets “under his wings” as meaning “under the shelter of his power.” The Messianic expectations at the time were well expressed by the crowd that came together at Jesus’ Ascension: They asked him, “Lord, are you at this time going to restore the kingdom to Israel?” (Acts 1:6).  Israel at that time was under the hegemony of the Roman Empire, with only a puppet king. Would Jesus somehow bring about the culmination of the Davidic kingship in such an unlikely context?
What would have been the “things that are to your peace” (Lk. 19:42), that Jesus regretfully wishes would have been implemented? St. Theophilus of Antioch interprets Jesus as telling the Jews that he would have freed the Jews from oppression by the Romans: “I came to visit and to save you, which if you had known and believed on Me, you might have been reconciled to the Romans.” How would such a reconciliation take place?  If Jesus, son of David, were honored as king of the Jews, rather than Herod Antipas, appointed by the Romans as Jewish king, certainly a different mode of “kingship” would start to prevail in Israel.

Would the “Star of David” become the prevailing symbol of Christianity? 
Certainly the religion that would worship God “in spirit and truth” (Jn. 23-24) would be much more Jewish in appearance than present-day Christianity – not just the candles, the tabernacle, priestly vestments, liturgical borrowings, etc.
Presumably, if peace with the Romans had ensued, the Temple in Jerusalem would have been protected under the power of the Messiah from destruction in 70 A.D.  In the Temple unbloody sacrifices might still be offered, after the pattern of the sacrifice of fruits, grain and wine already offered by Jews in addition to the sacrifice of animals.
Most important, however, we should consider the fact that there was a Plan A as well as a Plan B. This offers us evidence of the continuing sort of dialogue that God carries out with the world – God is desirous of pouring out all manner of benefits, but depends almost rigidly on free-will cooperation and making adaptations in response to both individual and group decisions.

If St. Paul’s prediction in Romans 11:25-26 that the Jews will finally be converted after the Gospel has been preached to the whole world, something like Plan A may eventually be implemented after all, at some time in the future when Jesus’ compatriots proclaim, “blessed is he who comes in the name of the Lord.” The vision of Isaiah 60:1 of Jerusalem as the “light of the world” may then be finally implemented.

http://www.crisismagazine.com/2012/what-if-jesus-had-been-accepted-as-the-messiah

Monday, February 20, 2017

Vinho Novo Sobrenatural

Vinho Novo Vinho Sobrenatural

Eu vou beber do vinho sobrenatural
Quero transbordar
Vinho novo
Vinho novo
Vinho novo

Vinho sobrenatural 




O Vinho Novo Sobrenatural representa o Vinho distribuído pelo Senhor da Segunda Vinda no Últimos Dias, na volta de Jesus (Cristo), na ceia das Bodas do Cordeiro - Ap 19: 7-9. 

Representa também o "Sangue do Cordeiro" que lava o pecado original do Jardim do Éden e que restaura o direito à Arvore da Vida - Ap 22: 7.  

Esta providencia de Deus começou na Terra em 1960 quando foi revelado e proclamado o Nome dos Verdadeiros Pais. 


Thursday, February 25, 2016

Preparação para a Segunda Vinda do Cristo


O Pr Gary Ham pregou sobre "O Sacerdócio do crente" na Igreja da Paz de Santarém, em Dez 2015, baseado no versículo em Dt 10: 8.
Ele começou para lembrar que o momento mais importante da historia de toda a humanidade é a Segunda Vinda de Jesus Cristo, é o evento o mais esperado e preparado por Deus, os anjos, os santos no mundo espiritual e todos na Terra e no Céu estão numa grande expectativa para este evento cósmico. 

Segue o comentário que deixei no Youtube:

Excelente pregação cheia do Espirito Santo...!!! Infelizmente os cristãos de hoje na grande maioria não estão bem preparados...

Da mesma forma que os Israelitas e os líderes da época de Jesus falharam a reconhecer Jesus como Messias. (Mt 11: 3);

as doutrinas convencionais elaboradas ao longo dos séculos a partir de varias interpretações, desde Paulo que não conhecia Jesus pessoalmente, passando para sucessões de teólogos e
pensadores... Vão ser um grande obstáculos e dificuldades para aceitar a "Volta de Jesus" ...

Precisamos além de praticar todos os pontos que Pr Gary pregou, cultivar um coração humilde e buscar a inspiração Divina ...


que é a preparação essencial para entender e saber interpretar como acontecerá Ap. 19: 7; 21: 1 e 22: 14... 


Saturday, February 7, 2015

Célula ou Home Group de sucesso

 1a Conferência interna da visão do MDA – 29 a 31 de Jan 2015
Igreja da Paz – Barueri
Célula de sucesso
Participar de uma célula ou home group, onde o Amor de Deus é o centro da reunião, é sensacional! Líderes, auxiliares, anfitrião e os membros da célula estão sempre empolgados e motivados numa atmosfera de fé e alegria, conduzem a reunião de maneira prática e simples aonde o amor de Deus vai envolvendo a todos, e faz com que os visitantes queiram voltar sempre.
Reconhecemos que não há regras para desenvolver a célula, não podemos sistematizá-la, queremos que o Espírito de Deus fique livre para agir quando e como Ele quiser. Ao mesmo tempo queremos dar algumas boas sugestões que irão lhe ajudar a organizar sua célula. (Duração de 1h30 min, incluindo a confraternização).
1.        Preparo prévio do ambiente da célula (Iluminação, cadeiras em círculo, portão e portas
abertas, animais presos);
2.     Recepcionar bem, membros e visitantes (atender todos de forma extremamente
amistosa e extravagante);
3.        Escolha adequada do louvor;
4.     Descontração/Quebra-gelos (brincadeiras, e perguntas abertas/ fechadas reflexões);
5.        Estudo da palavra (é necessário que o líder esteja preparado para ministrar na célula); Desenvolver a Folha de estudo com simplicidade, deve ser feito através das perguntas e com tempo máximo de 25 minutos, não falar outro assunto;
6.     Testemunho (incentivar as pessoas a verbalizarem o que Deus tem feito através da
célula e no discipulado. Pode aproveitar o momento da visão)
7.     Repassar a visão com entusiasmo, pelo menos uma vez no mês; Em toda reunião da
célula deve-se falar a respeito da multiplicação.
8.     Oração pelos 3 Natanaéis (festa dos Natanaéis mensal - João 1:43-51); Oração por   
       necessidades individuais (cura e libertação e aplicar o "Uns aos outros". Líder, não
       tenha medo do silêncio. Pedidos de Oração)
9.        Encerramento (pode tocar um louvor e orar pelo assunto da palavra);
10.     Quilo do Amor;
11.  Barnabear/Comunhão (É muito importante evitar uma atmosfera de "panelinha" ou
"rodinhas" exclusivas entre os irmãos, pois isso pode constranger os novos convertidos
e os visitantes, devemos dar atenção a todos indistintamente.
Obs: 40% da Comunhão acontece na célula, e 60% acontece fora da célula (isto inclui manhãs alegres, esportes, retiros, excursões, trilhas, aniversários, etc.).
12.  Tempo - Ficar com gostinho de quero mais. A Célula deve acontecer em 1:30 minutos

        Matéria baseada e adaptada do relatório do Líder da Rede Azul – 154 células       

        Boa Célula!                      http://tinyurl.com/nupucak

Tuesday, January 6, 2015

As Células de Evangelização e o Crescimento da Igreja

As Células de Evangelização e o Crescimento da Igreja



Autor: Pierre-Alain Giffard (Ph.D.) é um pai de família, especialista na organização pastoral das igrejas para incentivar o crescimento. Ele trabalha para a Diocese de St. Boniface no Canadá como Diretor de Serviços Pastorais.
           
As Células de Evangelização são um dos fatores que promovem o maior crescimento da Igreja[1]. Mas o que são células de evangelização? O que as distingue dos pequenos grupos na Igreja? Como as estabelecer? O documento, sob a forma de "perguntas mais frequentes" responde a estas perguntas e apresenta vários princípios subjacentes a esta estrutura da igreja.

    1)      O que é uma célula de evangelização?

Uma célula é um grupo de 6 a 16 pessoas que se reúnem em casa, a fim de discipular novas pessoas, para socializar e confraternizar, para crescer espiritualmente e para treinar facilitadores e líderes. O objetivo do grupo é crescer e multiplicar-se. Sua missão inclui  diferentes funções:

      1)      Evangelismo: a primeira função da célula é o compromisso de proclamar o evangelho e o Princípio Divino[2]. Seus membros procuram alcançar as pessoas da comunidade que não são cristãs ou indiferentes à fé. Eles permitem-lhes a descobrir o Evangelho e convidá-los a participar da célula, onde eles estão, no momento certo, convidados a acolher o Cristo.

      2)      O crescimento espiritual dos membros: Ao mesmo tempo em que buscam conhecer e amar a Cristo no meio deles, os membros da célula estão trabalhando para seu próprio crescimento espiritual através da leitura diária da Palavra de Deus e a oração.

      3)      A participação na missão: Os membros de uma célula discernem os dons das pessoas que se juntam ao grupo e oferecem atividades missionárias, tanto na comunidade cristã, ou outro movimento, uma atividade caritativa, etc. Os convertidos são estimulados a comunicar a Boa Nova ao redor deles (oikos).

      4)      Multiplicação: O Facilitador[3] de uma célula incentiva os membros do grupo para constituírem a sua própria célula e os capacita nesse sentido. Quando uma célula cresce, multiplica-se para formar um novo grupo.





[1] Esta afirmação baseia-se na pesquisa do Movimento para o crescimento da Igreja, que, como o próprio nome sugere, estuda os fatores que promovem o crescimento das comunidades cristãs. Este movimento é composto por um conjunto de profissionais e teólogos de várias denominações cristãs, que estudam os elementos que promovem o desenvolvimento das igrejas.
[2] O Evangelismo tem como objetivo a fazer nascer no coração do não-crente, do indiferente ou de um membro de outra religião, um interesse no Evangelho e no Princípio Divino, então, ajudar a fazer uma escolha, para tomar uma decisão firme no que diz respeito de Cristo. Esta opção para a fé é através da ação do Espírito Santo e da proclamação da Boa Nova. O testemunho leva à conversão inicial é a adesão a Cristo e o desejo de andar em seus passos.
[3] Há vários nomes para designar a pessoa responsável pelo grupo que seja facilitador, líder, pastor, etc. As próprias células podem ter nomes diferentes: células de evangelização, pequenos grupos, igreja do lar, Home Grupo etc.